Clínicas odontológicas, de estética, centros médicos e grandes salões de beleza costumam cometer um erro grave: receber todo o faturamento no próprio CNPJ e depois repassar as porcentagens a cada profissional.
O vilão chamado Bitributação
Quando o seu estabelecimento cobra R$ 500 por um procedimento e o dinheiro cai inteiramente na conta do seu negócio, a Receita Federal compreende aquele valor bruto (R$ 500) como seu faturamento total. Você paga o seu imposto — seja no Simples Nacional ou no Lucro Presumido — em cima dos 500 reais.
Porém, se R$ 300 eram repasse do dentista parceiro, ele também precisará emitir uma nota contra o paciente (ou contra a sua empresa, dependendo do regime), resultando em um pagamento duplo de taxas governamentais sobre o mesmo montante original. É a temida bitributação. Margens que seriam boas, de repente, tornam-se apertadíssimas, asfixiando o negócio.
"O Split de Pagamentos na Origem resolve esse problema porque a divisão já ocorre no momento da transação. Você só tributa sobre o que é verdadeiramente receita sua."
Como o Split soluciona a raiz do problema?
Ao adotar uma plataforma inteligente, no momento que o paciente passa o cartão de crédito (ou envia um PIX) pelos mesmos R$ 500, o Split atua dividindo os recebíveis: R$ 300 vão para a agenda (ou agenda financeira) do Dentista, R$ 200 vão para a Clínica, as taxas do cartão são divididas matematicamente ou assumidas por uma das partes, dependendo da configuração.
Resultado: No fechamento do mês (e emissão da NF-e ou NFS-e), o faturamento bruto oficial do seu CNPJ é apenas a sua comissão e taxas. A receita do parceiro já viajou para ele via subadquirente ou conta de pagamento integrada. Economia imediata e tudo 100% em conformidade com as regras fiscais do Brasil, gerando segurança para escalar o número de parceiros sem medo da malha fina.